quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

He was a King, a fucking King




Eu simplesmente não consegui a acreditar quando cliquei no link do tweet da Oficina de Estilo com os dizeres “
muito muito triste :(

Nele, uma matéria do Daily Mail anunciando o suicídio do Alexander McQueen hoje pela manhã.

McQueen figura entre um dos meus maiores ídolos, e se hoje eu me preocupo em saber alguma coisa de moda, foi por causa dele que tudo começou. Nem lembro quando, mas um dia eu vi um editorial com peças dele e foi ali que eu me apaixonei.



McQueen era transgressor, inovador, contestador, artista e acima de tudo talentoso. O cara era gênio, fazia você ver e sentir suas coleções, idéias, contestações. Os desfiles do McQueen não eram apenas desfiles, eram apresentações de arte. Porque acho que não há melhor modo de descrever todo o trabalho de McQueen: Obras de arte.

Em cada desfile, cada coleção dele havia algo mais, ele se expressava com tudo porque ele sabia: não era apenas tecido e costura, era expressão, sentimento.

Alexander McQueen chocou, impressionou e deixou em êxtase milhares de pessoas, fashionistas ou não. Foi e é ícone, porque ele era estilista de um nível muito superior, ele sabia o que fazia e fazia bem.

McQueen vai fazer falta, suas coleções vão fazer falta, sua genialidade vai mesmo fazer um grande falta.

Esse vídeo abaixo é, pra mim, o desfile mais genial de todos os tempos, inspirado em They Shoot Horses, Don't They? (A noite dos desesperados) E juro que vale cada ver cada minuto.


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